ago
27
Coca-Cola. Ligando o virtual ao real.

A Coca-Cola fez uma ação completamente inovadora em seu parque Coca-Cola Village Amusement Park, em Israel.

Todos os adolescentes usavam pulseiras feitas com a tecnologia RFID, que permitia aos adolescentes fazerem login em suas contas do Facebook. Assim, eles podiam utilizar a opção “like” da rede social em objetos reais. Este “like” aparecia imediatamente nos seus perfis do Facebook.  Não é o máximo?

A pessoa conseguia envolver os amigos conectados à rede e transmitia a experiência que estava acontecendo com ela.

Sem dúvida, é uma tecnologia inovadora e uma ideia criativa.

Uma ligação do virtual com o mundo real.

E aí, curtiu? :)

ago
25
Campanha MaxiMídia: tudo envelhece muito rápido.

A Agência Moma criou uma campanha super criativa para a divulgação do MaxiMídia, evento realizado pela revista Meio & Mensagem e que acontecerá no começo de outubro.

As peças têm como conceito a rapidez com que as coisas mudam no mundo.

A campanha foi um sucesso em diversas partes do mundo, com repercussão em vários jornais internacionais.

Eu nem sei dizer qual dos anúncios é o melhor, já que tanto a redação quanto a direção de arte são impecáveis.

Confiram e tirem suas conclusões.

ago
20
Campanha Kraft Macaroni

Quem gosta de um sorriso? Quem acredita que ele pode mudar o dia?
Eu acredito.  :)

Além de mudar um dia, também muda a maneira com que enxergamos uma marca. E é por isso que adorei a campanha criada para a empresa americana Kraft Macaroni, feito pela agência Crispin, Porter + Bogusky, em parceria com a Monster Media.

O conceito é simples: “Smiley macarrão: você sorri e o macarrão sorri de volta”.

Painéis interativos equipados com um software de reconhecimento facial foram espalhados pela cidade. Assim, o painel conseguia detectar quem sorria para ele e interagir com este espectador.

É isso aí. É vida, é sorriso, é alegria, é bem-estar. É humanizar a marca e aproximá-la das pessoas. É atingir o emocional.

Definitivamente, uma ação inteligente e criativa.

Podemos ter certeza que uma ação como esta, na vida corrida que levamos, faz muita diferença. Parabéns para todos envolvidos.

ago
16
O sexo na publicidade.

Até que ponto usar o sexo em comerciais pode ser positivo ou negativo para uma empresa?

O fato é que nem todas as marcas podem ter a audácia de se associar a este tema, e a repercussão vai depender do bom senso da agência que estiver à frente deste desafio.
Digo desafio porque um comercial tanto pode alavancar uma marca como pode trazer associações negativas.

Mas de uma coisa ninguém duvida: quando abordado corretamente, o sexo é uma maneira da empresa prender atenção do consumidor. E sexo vende.

Há várias maneiras de usar a sensualidade, e as que apelam para o lado cômico geralmente garantem um melhor resultado, pois quebram também a resistência do público feminino.

Mas o sucesso só pode ser alcançado após estudar o consumidor e aplicar um conceito ao anúncio que é capaz de agradá-lo.  E só a partir de pesquisas sobre o perfil de determinado nicho é que teremos essa certeza.

Selecionei alguns comerciais ousados e criativos que souberam usar muito bem essa linguagem.

jul
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A história de um rapaz chamado Johnnie.

Um homem bem vestido, uma garrafa quadrada e muita coisa pra contar.

Hoje, eu vou mostrar uma campanha institucional bem feita, capaz de te prender até o fim.

A agência BBH de Londres contratou o ator Robert Carlyle para contar a história da Johnnie Walker em um comercial de aproximadamente 6 minutos. O ator anda pelos campos da Escócia enquanto conta a tradição da marca e o processo de produção do whisky.
O que é muito interessante é que em apenas uma única tomada, eles gravam todo comercial. Impressionante, né? Eles precisaram de 40 tentativas até ficar perfeito.

A história do Johnnie Walker é marcada pela tradição e inovação, capaz de encantar quem tem a oportunidade de ouvir.
O filme tem uma excelente redação e contou com uma interpretação fantástica. Os elementos encontrados pelo meio do caminho também tornaram o vídeo bem interessante.

Eu fiquei fã da história da empresa, afinal, 200 anos de existência não é pra qualquer um.